Revisão da Modelo 22: 6 erros comuns que custam caro
Da subutilização de benefícios fiscais ao esquecimento de tributações autónomas — os erros que mais vemos ao rever declarações de IRC.
A Modelo 22 é a declaração fiscal mais importante de uma sociedade. Uma revisão independente antes da submissão poupa impostos, multas e correções da AT.
1. Benefícios fiscais esquecidos
RFAI, SIFIDE, DLRR e CFEI continuam a ser subutilizados. Muitas empresas com investimentos elegíveis não os declaram simplesmente por falta de análise técnica.
2. Tributações autónomas mal calculadas
Viaturas, ajudas de custo, despesas de representação e bónus a órgãos sociais têm regras específicas — e agravamento de 10 pontos em caso de prejuízo fiscal.
3. Correções fiscais no Quadro 07
Provisões não aceites, mais-valias, benefícios contratuais, gastos com viaturas acima dos limites — todos exigem correção que muitas vezes é omitida.
4. Prejuízos fiscais mal geridos
O prazo e limite de dedução dos prejuízos são frequentemente mal aplicados, com impacto direto na coleta.
5. Derrama municipal e estadual
A taxa varia por município e escalão de lucro tributável — vale a pena confirmar.
6. Reconciliação com a IES
Divergências entre Modelo 22 e IES são um dos gatilhos mais comuns de inspeção. A reconciliação prévia evita esse risco.
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